sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Critérios analíticos

Critérios analíticos


Conversação te parece fácil quando visualiza um burburinho, redação te parece fácil quando se descreve algo que remonta certa facilidade.
Note os exemplos fáceis:
Vejo um homem trabalhando duro.  ( a pessoa se limita e a este contexto, então não e escritor)
Veja o exemplo difícil:
Sua alma se compadece de dor ao trabalhar tenazmente, a dura lida ele quase nem sente, mas eu o vejo contente entre o labor e suspiros poéticos que dá a cada tijolo assentado.
Observe então que poucos, bem pouco em proporção são escritores, ao mesmo tempo em que num burburinho você não diferencia quem é sábio de quem é estúpido, mas sabe que provavelmente entre meios pode estar a melancolia e a nostalgia./Autor Reginaldo Afonso Bobato


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Os céus que digam? os seus? Os reús?

Os céus que digam? Os seus? Os réus?


Uma esfera de relação é fazer comparações para aliviar seu próprio complexo de inferioridade, como resultado de inveja e de cobiça, e de outro modo atribuir a si um alívio para tanto. E é preciso?
Mágoas alheias lhe interessam?
Todos devemos buscar balanceamento, mesmo o homem mais forte e robusto pode sofrer com humilhação, se não buscar real preparação profissional e filosófica, e isso não remonta a um quadro complexo trabalhista de cunho de elevado grau científico, mas ser perito em algo que atrairá para si um grande regozijo social entre os seus,  e de fato este é um ato pressuposto de análise crucial e agiremos então com amor a uma função como predicado máximo e consideração e respeito institucional, sobretudo ao casamento. E a contento medimos nossos atos que vêm um atrás do outro instintivamente?

Observe que os tributos de relação podem ser complexos, se há simploriedade, e se você ofende uma pessoa, cem te ofenderá sutilmente, comSo reação de defesa em série, e há até quem sucumba pela pressão psicológica pela psicossomática. Autor Reginaldo  Afonso Bobato

Reino marcado para sempre

Reino marcado para sempre

Hoje eu estudei, amanhã estuda um Rei, hoje sei o que antes não sabia...
Seleta é esta certeza não somente para mim, mas para gerações futuras, que dirão, eu sei antes que não soubesse, vigio minha liberdade, vivo por ela, e o que ela é?

 A prisão dentro de um lar, doce lar, pois é dentro de uma casa que a liberdade reside, mora, convive e morre de amor, e outro dia te perguntarão, se você não encontrar  sábias respostas, rezará o silêncio como dádiva de  premonição, pensarás, não sei porque antes de mim ninguém sabia, mas eu sei que saberia, e dirás ainda sabe e é um Rei. Autor Reginaldo Afonso Bobato

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Sentimentos ocultos

Sentimentos ocultos



Eu estou coberto de  razão, quero emoção  e em cada entrelinha me lembrarei da  ocasião da persuasão,  um cochicho somente, não foi ninguém, mas eram quase todos em conluio de conspiração, e em outra mão, a desfecho sem causa, o abandono fatal, a face do abismo, as mentiras, os tropeços, o s dilemas, e por fim a angústia do só sozinho, onde eu estivesse teria que deixar de perceber quem sabia menos e ter-se-ia a impressão que saberia mais, eram artifícios ocultos, o aviso não existia, as dissertações desnecessárias.Autor Reginaldo Afonso Bobato

Travesssia

Travessia



Por favor, não atravesse o mar a nado. Autor Reginaldo Afonso Bobato

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Treze de abril (Uma homenagem à minha mãe Irahydes Lubachevski Bobato)

Treze de abril




A supremacia das leis, nos encantos de um beijo conquistado, e todo rigor do capital alado, a presunção da sobrevivência, um elo tangente em buscas que nunca si findam, ali  pode estar a erudição de todos os sábios e a insolvência dos bons costumes, a produção de atitudes saudáveis e a eloquência da mais requintada corte real, num simples código, a compleição do bom caráter, e num toque amável a lembrança de batalhas cruéis e devassadoras, digo e que aja, somos parte do que existiu, as somas de um franco elogio, a pertinência até de um drástico funil, varonil, e em cada encontro, a alma gentil, do doce abriu, que pariu, com amor febril. Por Reginaldo Afonso Bobato







Pingos dos is

Pingos nos is



Eu não tenho mais nada para escrever,engano meu, pois  minha imaginação é fértil e me leva para bem longe, descrevo a sensação de ser livre assim, percebo esta existência com notoriedade, nenhum lapso de memória, uma grande história num cantinho descrito com bucólica nostalgia e profunda melancolia. A se ver. A se ver a se crer que seria pouco tempo em longos anos de reflexão, onde eu estava era comum o apego na condição humana de existir pela dor da alma e o aconchego que acalma, e num derradeiro momento de confusão, as lágrimas  a cair como uma chuva gélida de inverno, pingo por pinço, num lata velha como se fosse parte de uma sinfonia.Autor Reginaldo Afonso Bobato