Um conto da selva de pedras,
dorme em paz, e no outro dia! Um dia vindouro com fome e com farta caça?
Eu não me
engano, pois um polaco é filho da onça.
Um africano e
filho de uma pantera Negra.
Um italiano é
filho de gato.
Um alemão e
filho de cachorro
Um belga é
quase alemão.
As noites
escurecem (es é o cu e são cem) o pântano, o animal (A Ana é uma mala) que se
salvou conhece a destreza, e no dia seguinte ele depositará apego aos traços de
mãe, o pai estava lá com uns goles a mais escutando lorotas enquanto o dono do
bar enchia linguiça para a festa que nunca me convidaram, e lá discutem
política e se lembram dos conchavos, é segredo de estado, e no novo presídio
não vai ninguém que rouba bastante no silencio da floresta da noite, enquanto estrelas
brilham no vácuo, e no mesmo instante o caramelo que é patrimônio nacional não
vê que pedaços de salame doado tem pimenta do reino corruptor.
EPA! uma esmola
é bem-vinda! A caça é um prêmio, mas zelo pelo valor que há extinção
E de outro
modo a ceia é degustar a maldita cachaça, droga comparada à cocaína, e se você
pergunta para quem a serviu, como vai
você, ele dirá, estou bem, graças a Deus, e o pecado maior é perdoar a si mesmo
por este erro aceito.
Tudo bem na floresta, o leão ruge, o cão late, o lobo uiva e todo mundo é arisco até que se apresente o suborno, degustar o veado que está pastando (past) mansamente sob a grama, o bote fatal vem da presa leonina. (nina)(mina) Autor Reginaldo Afonso Bobato






