Lei e sua real consciência
Quais dentre estas
duas ciências você prefere, a ciência jurídica ou ciência filosófica?
A ciência jurídica
diz que você tem direitos e obrigações, e a ciência filosófica te dará ciência
dos teus direitos e obrigações.
A ciência jurídica
pune se você transgredir suas leis, e a mesma lei que te protege, pode te punir.
Cem quilos de
ouro na balança do direito pesam menos do que “Provérbios Naldistas” um dos
livros de minha autoria, e à primeira impressão, mesmo sem instrução, se fosse
para escolher obliquamente e irrefletidamente, você poderia perder tua liberdade com apenas algumas gramas deste ouro ao acreditar que
existe e que você tem livre arbítrio deliberadamente, e observe na página dois o décimo sexto provérbio Naldista está
escrito no que se resume a covardia que é comer, abandonar e comentar como se
fosse um ato heroico.
A
exemplificação acima atesta que você teria por lei cem quilos de ouro e que, em
tese, não precisaria mais da filosofia, quer seja, não precisaria mais estudar
e trabalhar.
O direito te
dará então o poder do capital, mas a filosofia a capital do poder para você ter
real usufruto dos teus direitos, e não
perder tua liberdade por ignorar tuas obrigações legais e de direito, por conta
da soberba, da ganância e da prepotência que são sentimentos quase instintivos
de quem tem cem quilos de ouro e não estuda o quadro social.
A ciência jurídica são ordens cegas, e a ciência filosófica são ordens também, mas são ordens à tua sã consciência, e que indicará à tua alma, mais do que a tua parca visão, o que você vai ver se amar a ciência jurídica como ramo da filosofia, e ao cabo de tudo isso, tudo fluirá de forma que as ordens que recebemos do direito serão respeitadas como usufruto de seu verdadeiro valor, e com o que você não pode, não deverá, e o que você pode será acertadamente o brio sem dolo, sem (p)erro e sem culpa, e todo dia um prazer de se conquista o sagrado lastro de ouro que são apenas algumas gramas para não se alienar no mundo das drogas, do crime, da luxúria, da prostituição e da perversão que cabe ao ser humano devasso e perdulário e inconsequente e irresponsável. Autor Reginaldo Afonso Bobato






