domingo, 1 de março de 2026

Santa discriminação. Santa?

 

 


Santa discriminação. Santa?

   

Santa discriminação. Santa?

 

  

Santa discriminação. Santa?

 

 

Eu não mando ninguém trabalhar fora de sua residência, mesmo porque eu lavo louças todos os dias em minha morada, e para ser copeiro exigem o segundo grau de escolaridade e ser do sexo feminino.

Eu vi um cidadão jovem, bem aparentado furando a catraca e  o imaginei como se ele fosse meu filho e disse pra mim mesmo, tenho pena do Brasil com a discriminação que existe aqui  para o trabalho digno,  e para os estrangeiros virem a saber, ensino médio ou segundo  grau são onze anos de frequência escolar aguentando o propósito excludente de suas ciências puras e ausência de filosofia na grade curricular, dando, mais esta prova que eu sou o único autor de cento e sete livros políticos-filosóficos-poéticos e a prova que o Paraná, (com exceção de meus familiares de primeiro grau) não quer dar nada para mim, mesmo que eu não quero dinheiro dado , mas conquistado, e olha que eu enalteço o nome do Paraná como estado brasileiro.

Com relação ao jovem que furou a catraca, eu sem auxílio familiar estaria percorrendo o trajeto a pé como já o fiz.

É condenável o que ele fez, mas é condenável também o excesso de caprichos capitalistas devido ao excedente de mão de obra que existe aqui no Brasil, mesmo que eu dê provas cabais que eu laboro, dentro de minhas limitações, pois sou deficiente visual com baixa visão. Autor Reginaldo Afonso Bobato 

 


 

 


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