Marcas do passado são
visionárias
Vivi para perceber o imperceptível.
Para notar o tempo que não passa.
Para fazer poemas de dilemas
Para aceitar o socorro do desprovido.
Misericórdia do injusto.
Clemência no opróbrio.
Justificativa na castidade.
Temor no sangue, de sangue.
Sentir o apelo pela paz sem conluios.
A brisa privada
A luta pelo voto.
A palavra oculta
O milagre da boa direção.
O que somos hoje ficaremos no passado, mas somos impulsos ao
futuro, até distante.
O instante de erro, distante da sabedoria. Autor Reinaldo Afonso Bobato

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