Autoresgate e as
acusações infundadas contra mim pela esquerda. Só pela esquerda?
Eu denuncie à Haia
os crimes de guerra que eu sofri pelo Brasil, aos dezoito anos e aos vinte e um,
sobretudo do então funcionário do Banco do Brasil de Recife, que se chamava
Neto, que fora um molestamento (mole é o
estado-molestado) (mole) e citei o Nordeste para que ele fosse identificado, e
o estupro que eu sofri pela Marisa, eu citei suas características raciais para
identifica-la, eu fui completamente passivo por ser meu primeiro coito oral e vaginal, eu sequer
sabia o que significavam, de verdade, mesmo sabendo que coito vaginal pode gerar
filhos, o que me levou a sua interrupção quando a Marisa pediu para eu gozar
fora, obedeci sua ordem, mas brochei, eu senti um cheiro de bacalhau estragado vindo
de sua vagina, nós não havíamos sequer tomado banho para o ato, eu demorei até
os trinta anos de idade para saber disso.
Eu não poderia
ter um filho na época, pesou também minha responsabilidade social.
O primeiro caso
acima para todos pensarem que eu era homossexual e o segundo, o propósito dela,
favorecer aos brancos que estavam por traz, e se eram bem brancos ou não, eu
não sei, mas eu a vi tempo depois com um homem louro mais velho do que ela, e o
fundamento era me revoltar contra os negros, o que não resolveu.
Eu gostaria de convidar os afros desdentes da Bahia e do Rio de Janeiro para visitarem Curitiba, eu sei que eles e elas não agirão como o Neto, nem como a Marisa, mas em razão de conquista, não se aproveitando de homens virgens, como aconteceu comigo, e tudo isso é sensatez e racionalidade e coerência, todos pressupõem presunção de inocência até que se prove o contrário, e o que vale mesmo é a essência, o que vai no fundo da alma da pessoa, mesmo porque eu sou bem atendido num telefone, eu não sei qual etnia a pessoa pertence. Autor Reginmaldo Afonso Bobato

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