quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Quando um homem conhece seu destino...

 

 

 

 

 

Quando um homem conhece seu destino...

 

 

 

Quando um homem conhece seu destino...

  

  

   

 

Quando um homem conhece seu destino...

 

O propósito é salvaguardar doutrinas que fariam falta até ao mais poderoso Rei que não se esconde com apologia do respeito sem enumerá-lo, nem tão pouco deixar de conceituar os perigos da falta de respeito, como também o risco da exposição ao delito e à afetação psicopatológica,  e ao observar esta complexidade, o simples é substituído por sisudos olhares de nostalgia ou de peso na consciência e de arrependimento, por que,  então tanta sinuosidade em se dizer a verdade diante dos fatos científicos?

Como, por exemplo ter respeito a uma mulher adultera?

Como ter respeito a uma prostituta?
Como diferenciar uma mulher virtuosa de uma libertina?

Como saber se ela não é frigida?

Como regular seus fetiches em face de tantos ciúmes, de tanta proteção e cautela social, e como instiga-la a usar fetiches com tantas reservas contra os pecados que não são propriamente pecados, mas sim boas atrações sexuais de seu marido.

As esferas do poder se mantêm em silêncio para se evitar e impedir, com razão, o feminicídio, e deixam o bom homem cair então nas garras da lei e da ordem em razão de molestamentos e de estupros.

Seria mais fácil os entes fazerem explanações contra a luxúria e a prostituição, mas como se são paradoxais, e recaem na antiga frase, faça o que eu mando e não faça o que eu faço.

Eu acredito que um homem não erra sozinho, e o medo maior é da vingança e do homicídio.

É de manter e de se proteger a  consciência do ser humano o direito de tratar informações para ter ciência o que é verdade e o que é mentira, e ao observar o podridão do comportamento dos filmes pornográficos, como exemplo, deveria entrar a ciência médica para repudiar tais atos como previsibilidade psicossocial de forma manter firme o caráter do ser humano, sem perder a essência de seus desejos sexuais reservados à sua amada, numa grande susceptibilidade, com direito a explicações filosóficas que se antecedem aos fatos. Autor Reginaldo Afonso Bobato

 

 

 

 

 



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