segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Inocência convicta

 


Inocência convicta

 

 

Paira sobre mim a lembrança de um campesino que não queria guerras, que não maltratava nem feras e que ninguém dizia que seria a esfera do saber, mais do que do poder, e entre fatos empíricos, naturezas dúbias e contrastantes, o fetiche era a paz verde de minha farda verde-oliva, e aqui jaz melancolia do que se faz com as mãos limpas...

            Não era sabido nada a meu respeito, nem mesmo eu sabia, um destemido efeito quando da minha injusta punição, veio depois e depôs a insensatez do meio aglutinado por falsas conclusões sobre meu caráter, uma pujança na simplicidade me fez ver a verdade contextual, dignidade e honradez me fizeram falta para que eu liderasse a mim mesmo, sem ultraje e vergonha do prazer carnal, mas que carecia, de sobremodo do  prazer moral, ético e filosófico. Autor Reginaldo Afonso Bobato 

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