domingo, 11 de janeiro de 2026

Desfiladeiro

 

 


Desfiladeiro

 

Luz!

Extrema verdade para quem enxerga.

A solidão da escuridão me fez pensar...

Outra ocasião, refletir.

Forte é o acaso, se você espera pela sorte, miserável insignificância por falta do conhecer, do conhecer sobre si mesmo. Você consegue ver a limitação?  Eu li, você imita e são pormenores de tratativas consubstanciadas pela incrível sensação de enxergar só com as mãos, com as mães,  pernas e  ouvidos, eu sentiria falta de olho preto a guiar cegos para seu real destino de vida digna

Olho a contingência do pudor, do poder e da falta de poder, e ao compreender a vida em limitação, espera-se o respeito pela alma mais do que se espera do espelho, mas não o quebre sem óculos, não o alveje sem razão, deixe a paz passear, pois sua cultura e a cura pela pura cultura da lida e de seus conformes legais, continue a marcha do saber sem saber, segue a linha no horizonte certo pelo valor cabível à moral e aos bons costumes, viva em paz pela paz que zela, ela sabe que existe cegueira até para o homem que enxerga muito bem com seus olhos azuis, e sua natureza peculiar é organizar seus passos, tranquilizar sua mente, pois não existe nenhum desfiladeiro a frente, somente cegos tentando viver. Autor Reginaldo Afonso Bobato 

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