segunda-feira, 31 de julho de 2017

Belo pra mim era eu a arar.

Belo pra mim era eu a arar.



Mesmo que eu morasse no miolo da pequena e estimada  cidade, eu era Hilbely, um campesino, e  procuro me esconder dos olhares que buscam o meu olhar, sem pestanejar, e mesmo que eu seja erudito, eu era hilbely, cansei de ser hilbely, então respeite meu aniversário que é dia 02 de agosto de 2017, completo assim 51 anos de idade e celebro esta data em paz e em ordem, pois o  progresso nem sempre significa ganhar dinheiro, ainda mais se for fácil como tem acontecido infelizmente aqui no Brasil. Autor Reginaldo Afonso Bobato

Liberdade para se dizer a verdade é democracia

Liberdade para se dizer a verdade é democracia


Se psicografia  do espiritismo fosse verdade, o vidente, mesmo falando somente um idioma, escreveria em vários idiomas se requisitado, além do mais os cassinos e loterias seriam proibidos no mundo inteiro, pois os videntes saberiam do resultado com antecedência,

                Se aparecer alguém falando num idioma estranho que o próprio interlocutor desconhece é somente charlatanismo, e a pessoa não tem talento e quer aparecer com o intuito de se admirado e louvado, portanto não passa de mentira e um fracassado meio de atrair ateus e pessoas céticas ou se firmar em determinada religião com a intenção de passar a idéia que está havendo uma conexão divina, mas que na verdade não há de fato, e a pessoa está a mentir para si mesmo. Autor Reginaldo Afonso Bobato
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Dogmas psicofilosóficos Naldistas

Dogmas psicofilosóficos Naldistas
               
Vivi para saber e não sabia para viver, parei, pensei, refleti ninguém me ensinava nada correlato à sabedoria em concepção, absolutamente, (ensinavam de criança para criança somente a perversão), que não fosse pelo comportamento em ação, (como retrato vivo, o labor de meus pais).
Mentiam para mim, eu tive que ver por mim mesmo o que perdi quando conquistei, nenhuma menção deste capital me faria digno, nada deste capital  e quem me rodeava, e um instante ao me indagar, fui atrás da verdade contextual, daí eu vi com minha alma o que meus olhos não viam, eu não fiquei cego de espírito, lá no fundo ainda existia amor e paixão em mim, e veracidades que norteariam os meus acontecimentos dos meus trinta anos em diante quando me proclamei escritor-autror, descobri o mundo sórdido e pecador de entes institucionalizados e seu sincretismo religioso para não se dizer apóstata.
Quebrei o meu silencio, escrevi até sobre ele em pensamentos profundos, notórios parecendo serem simples, uma literatura única que pareceu sempre estar escrita e que seria dotes de doutores eruditos, sim, única e verossímil sim, mas de meus direitos autorais, somente meus direitos autorais, vivo este ego e não peco, sofri para que esta literatura viesse a ser conhecida e escrita como se fosse teu sagrado alimento e a água pura e cristalina que não podem faltar nunca, nunca mesmo. Autor Reginaldo Afonso Bobato


domingo, 30 de julho de 2017

Eu e todos! Um só.

Eu e todos! Um só.


O mundo nunca irá se acabar enquanto existir homens corajosos a defenderem e protegerem a filosofia e tê-la como pedra fundamental.
O mundo nunca irá se acabar, outros planetas serão explorados, outros mundos descobertos tecnologias inovadoras levarão o ser humano para outras galáxias.
O mundo nunca irá se acabar se existir democracia e o exercício do sufrágio eleitoral e liberdade de sábia expressão com argumento democrático de livre exercício da palavra.
O mundo nunca irá se acabar, porque eu não quero que o mundo acabe, e se eu não quero todo o planeta terra não quer que o mundo se acabe.
O mundo nunca irá se acabar se existir sabatina antes de um Rei ser coroado.

O mundo nunca irá se acabar porque como você eu amo o mundo, o mundo me chamou para amá-lo, independente de qualquer etnia. Autor Reginaldo Afonso Bobato
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Calos e cicatrizes

Calos e cicatrizes

Se tu sentes inveja pelo teu irmão, entes próximos te instigarão para que você o prejudique, e sem mesmo vacilar apontarão erros do passado do teu irmão para que você os explore dolosamente, incitando-os a relembrar como que abrindo uma ferida que há muito tempo já estava cicatrizada, ele nem ligava muito para a vaidade de vê-la toda a vez  que tirava seus trajes do labor para se vestir com roupas leves e suaves depois de um dia laborioso Autor Reginaldo Afonso Bobato.

Os cantos de outono

Os cantos de outono



Um instante me vi como antes  com amor e paixão pujantes,  sinto o fervor da nostalgia, e como jia, e os imensos tapetes de relva branca que esperam o sol derreter devem se transformar em reflexão num verão escaldante, dilemas para o futuro, causas para o presente e aspiração para ideais de verdade, cumpro averiguações profundas para que tuas  vontades não te condenem, não te instiguem ao dolo, não é somente numa invernada que deva te obrigar a pensar, no verão sentirás sede, na primavera a dor por ter perdido grandes amores, na estação do outono sentirão inveja de ti se a colheita for boa, teu apetite ainda te será maior se passar por necessidade, e assim perpetue teus sonhos com o labor do dia que te fará senão cansado, mas preocupado, pelo que todos os dias são para preparo. Autor Reginaldo Afonso Bobato
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Sem preconceitos, mas são mais de cem estigmas

Sem preconceitos, mas são mais de  cem estigmas  


Nazismo é a Ana, ela ama e eu cismo?
. Francamente, e uma franca  e mente, fazem de tudo para dar cobertura ao nazismo,  negam até sem escrúpulos, sem medida e sem peso, e os envolvido se enchem de traumas psicossomáticos oriundos de exposição sarcástica. Autor Reginaldo Afonso Bobato