terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Filhos do ar, doar...

 

 


Filhos do ar, doar...

 

Quando eu descobri o mundo da escrita, o meu mundo do autismo seria revelado, daí eu passei a olhar no olho do furacão, senti de longe seu vento suave abrandando o calor de dezembro dos trópicos.

O mar então ficou revolto, e seu vendaval soprando por suas águas como que a balançar o berço de Machiavelli ainda vivo, poder no casamento e vingança pela lei ao inimigo oculto, mas o que configura pode não existir, consagrada vitória ao homem que busca  gerar sua prole como gotas de chuva suave que caem mansamente como orvalho, um erro, cem pedidos de desculpas, sem erros são traçados literais, preconiza a sabedoria que protege a essência contra a revolta da velocidade do vento, ele vai indo, só ele até se acalmar para não dizer nada, por que então a revolta do furação?

A palavra orvalho quer dizer eu valho, é daí que nasce o filho do ar, doar...Autor Reginaldo Afonso Bobato

 

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