terça-feira, 14 de novembro de 2017

Livres com bons livros

Livres com bons livros



Cristo, Sócrates, Buda e Maomé, ( e porque não eu mesmo vencendo a mim  mesmo, sendo eu mesmo),  cada um de nós supracitados,  é um só,  (até Cristo foi discípulo, ele foi discípulo de João Batista)e muitos são eles, e serão a mim, e alguns que pensam segui-los, deixam instintivamente de segui-los, e por vezes fazem o contrário, e não raras vezes o fazem como se estivessem rasgando suas  escritas doutrinárias, mas alguns são eles, como também filósofos que nos precederam e que são correntes filosóficas, correntes estas  postas nas mãos e nas pernas para não se perderem  no início e nem no meio da jornada, e você pode pensar que é escravização ou escravidão, mas ninguém é livre na sua essência, até um milionário, e se ele não for sábio, será escravo do dinheiro e de sua ignorância, e a sua libertação seria com a proeminência da filosofia e suas correntes ideológicas., cuja liderança vem mais da alma do que do corpo, e ao observar o mundo, exemplos de escravização são indigentes foragidos de sua famílias, foragidos até de si mesmos porque lhes faltou sabedoria, ou não souberam como aplicá-la, ou simplesmente não tiveram acesso ao conhecimento letrado. Autor Reginaldo Afonso Bobato

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Extrema direita sao cobras e aguias

Símbolo são o sim para o colo poque jia

Símbolos são o sim para o colo porque jia


A extrema direita são cobras e águias  prontas e prestes a darem o bote.
Elas agem assim pelo princípio da criação para protegerem seu habite, a si mesmas, e evidentemente  foram programadas para matarem para se alimentarem, e tudo isso para protegerem a natureza e seu bioma, e mesmo parecendo cruel tudo isso é rico em sabedoria.
Águias foram adotadas por alguns países como brasões, e foram amplamente empregadas pala Alemanha nazista (A A na é uma pista) na segunda grande guerra, e é o  símbolo dos Estados Unidos da América e consta nos vistos dos passaportes.

Águias são os últimas (últimos) na escala predatória, senso o rato, a cobra, peixes e até galinhas são presas delas. Autor Reginaldo Afonso Bobato

domingo, 12 de novembro de 2017

Águias e cobras são reais protetoras da natureza

Águias e cobras são as reais protetoras da natureza


Águias são últimas na escala predatória, seu principal ameaçador (ame) é o ser humano. Quando estão muito velhas fazem um voa até as montanhas e batem com seus bicos na rocha até morrerem.
Águias são símbolos de força e de resistência,  símbolos estes adotados por alguns países como brasão de armas, é o símbolo estadunidense ou Estados Unidos da América, .
Foi o símbolo do nazismo ( é a Ana e eu cismo????) Apareceu uma águia segurando em suas garras uma suástica (tuas ticas????) nazista.
Estas aves são protegidas por lei e fazem analogia ao ser humano. Enxergam de longe uma presa que pode ser cobra, rato, peixes  até galinhas.
Foram criadas pela origem  criação para protegerem a natureza e a ensinarem valores filosóficos ao ser humano. Elas normalmente andam em grupos e quem é seu líder?
É um mistério, mas precisa ser ágil e de meia idade para que os demais pássaros o sigam sem É um mistério, mas precisa ser ágil e de meia idade para que os demais pássaros o sigam sem muito a temer.muito a temer temer.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Medo, bom ou ruim?

Medo, bom ou ruim?



Medo encorajador, medo dissipador, medo conjectural, medo estrutural, medo, temor, medo arranjador, medo indicador, medo inconstitucional, medo congratulador, medo de si mesmo, com si mesmo, medo do outro, medo que não existe senão fabricado pela nossa cabeça, pela nossa imaginação, cobras, ratos, serpentes, víboras, aranhas, ratos, minhocas, vírus, bactérias, medo das doenças, das endemias,  das enfermidades, medo da cura, da pura, das  juras, das cruas, das epidemias, medo da moral e dos bons costumes, medo da ética, medo é tudo o que você precisa para viver mais feliz, é  o medo que ensina sem doutrinar, o medo que doutrina sem ensinar, sem entender a si mesmo com ou sem medo, compreender que temos que ter medo, para que não tenhamos medo, medo de altura, medo do que é vil, o medo nos para, o meso nos impulsiona, medo, medo da morte, medo maior da vida, da sina, medo que perdemos, medo que se estende conforme os contextos, medo de falar a um grande público abertamente, e assim se segure nos palanques da vida, profira tua verdade, sse reserve  a ela e não tenha medo de ter medo,não tenha medo de ter medo de quem tem medo, de quem não o tem, não teme, medo do fogo, das águas turbulentas, é o medo que nos protege, vida curta, vida longa, medo curto, longos tempos.Autor Reginaldo Afonso Bobato

sábado, 4 de novembro de 2017

Olhos d'água das nascentes profundas

Olhos d’água das nascentes profundas


A contenção do comportamento é como uma usina hidrelétrica.
 É preciso liberar água nas comportas para gerar energia, assim como é preciso represar as águas, e é somente quando estas águas são liberadas que enxergamos na plenitude  destas águas, sua força, seu valor, sua energia, e ao olhar as águas represadas não duvide que estas águas que estão aparentemente paradas movimentarão poderosas turbinas, uma molécula comprimindo outra a empurrar as águas para as turbinas, ás águas buscam o ar liberado pelas comportas e a gravitação.
Relações humanas são parecidas. Águas são parecidas com relações humanas.
Se você vive como um rio, permita-se que naveguem em seu leito, mas permita esta navegação com a leituras de cartas náuticas.
Se você é um córrego, seja água da fonte, que verte do fundo dos lençóis água pura e cristalina, e não deixe esta água estagnar.
Se você é o mar, não seja tão mal.

Se você é o rio, não seja somente o cio Autor Reginaldo Afonso Bobato
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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Com sabedoria, todos somos um só

Com sabedoria, todos somos um só.


Se fosse para medir, a imperfeição seria perfeita conotação para dizer que assim, mesmo que não esteja tudo bem, os imperfeitos estão sendo cuidados, não sacrificados conforme a teoria nazista.
O mundo belo e maravilhoso por eles descrito não poria crença neles mesmos, para eles mesmos, imagine no resto do mundo, e  mesmo que haja paradoxo, herdamos incondicionalmente doenças, mesmo na mais pura etnia, algumas delas são impedidas pela vacinação, pelo bom tratamento psicossocial, pelo amor, pelas boas induções e pela crendice que o forte é mais forte se estudar sabedoria, mesmo que viva só em meio a seu grupo étnico.
A observar os fatos o questionamento viria, que tipo de sabedoria? Para que serve a sabedoria? Quando usamos a sabedoria?
A par destas auto-inquiríções, vemos tropeço na própria história quando o ser humano tentou buscá-la, senão fugas de si mesmo.
A se cogitar o emprego da filosofia e seu resumo sintético, vemos que buscamos treinamento científico para despertar uma profissão técnica científica, e de fato esta é uma verdade, um mero e simples carpinteiro a tem e a desenvolve não somente com o tempo, com observação, mas com explanação e o uso da dialética.
O que vale a este homem, independente de qualquer religião, posição social em que ele esteja situado, grupo étnico e religioso, se ele perder sua liberdade porque copiou o comportamento abusivo e empático de inimigos íntimos, então entra a filosofia antes que deve lhe advertir que ele tem a obrigação de ser monogâmico, se não adotar um costume casto, caso contrário corre o risco de perder tudo, inclusive sua liberdade e até sua vida, e deve se eximir, (mesmo como o consentimento legal) da luxúria e da prostituição, que são o caos psicossocial, independente do sexo em questão, se é masculino ou feminino.
Entra a filosofia para reflexão, até que ponto temos livre arbítrio, e quando o outro ser deve entrar em tua vida para fazê-lo pensar e interagir com estes pensamentos  que servirão não somente como alerta, mas como profiláticos.
Imagine você sendo taxado de mau-caráter, libidinoso, perverso, irresponsável, libertino, só porque não aprendeu sabedoria, ou simplesmente a ignorou e se envolveu num antro de traição, soberba, arrogância, prepotência, presunção, ódio, aversão, ganância, cobiça e ignorância. Autor Reginaldo Afonso Bobato