quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Um conto da selva de pedras, dorme em paz, e no outro dia! Um dia vindouro com fome e com farta caça?

 


Um conto da selva de pedras, dorme em paz, e no outro dia! Um dia vindouro com fome e com farta caça?

 

 

Eu não me engano, pois um polaco é filho da onça.

Um africano e filho de uma pantera Negra.

Um italiano é filho de gato.

Um alemão e filho de cachorro

Um belga é quase alemão.

As noites escurecem (es é o cu e são cem) o pântano, o animal (A Ana é uma mala) que se salvou conhece a destreza, e no dia seguinte ele depositará apego aos traços de mãe, o pai estava lá com uns goles a mais escutando lorotas enquanto o dono do bar enchia linguiça para a festa que nunca me convidaram, e lá discutem política e se lembram dos conchavos, é segredo de estado, e no novo presídio não vai ninguém que rouba bastante no silencio da floresta da noite, enquanto estrelas brilham no vácuo, e no mesmo instante o caramelo que é patrimônio nacional não vê que pedaços de salame doado tem pimenta do reino corruptor.

EPA! uma esmola é bem-vinda! A caça é um prêmio, mas zelo pelo valor que há extinção

E de outro modo a ceia é degustar a maldita cachaça, droga comparada à cocaína, e se você pergunta para quem a serviu,  como vai você, ele dirá, estou bem, graças a Deus, e o pecado maior é perdoar a si mesmo por este erro aceito.

Tudo bem na floresta, o leão ruge, o cão late, o lobo uiva e todo mundo é arisco até que se apresente o suborno, degustar o veado que está pastando (past) mansamente sob a grama, o bote fatal vem da presa leonina. (nina)(mina) Autor Reginaldo Afonso Bobato 


 

 

 


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