sexta-feira, 15 de maio de 2026

Lei e sua real consciência

 

 



 

 

Lei e  sua real  consciência

 

 

Quais dentre estas duas ciências você prefere, a ciência jurídica ou ciência filosófica?

A ciência jurídica diz que você tem direitos e obrigações, e a ciência filosófica te dará ciência dos teus direitos e obrigações.

A ciência jurídica pune se você transgredir suas leis, e a mesma lei que te protege, pode te punir.

Cem quilos de ouro na balança do direito pesam menos do que “Provérbios Naldistas” um dos livros de minha autoria, e à primeira impressão, mesmo sem instrução, se fosse para escolher obliquamente e irrefletidamente, você poderia perder tua  liberdade com apenas  algumas gramas deste ouro ao acreditar que existe e que você tem livre arbítrio deliberadamente, e observe na página  dois o décimo sexto provérbio Naldista está escrito no que se resume a covardia que é comer, abandonar e comentar como se fosse um ato heroico.

A exemplificação acima atesta que você teria por lei cem quilos de ouro e que, em tese, não precisaria mais da filosofia, quer seja, não precisaria mais estudar e trabalhar.

O direito te dará então o poder do capital, mas a filosofia a capital do poder para você ter real usufruto dos teus direitos,  e não perder tua liberdade por ignorar tuas obrigações legais e de direito, por conta da soberba, da ganância e da prepotência que são sentimentos quase instintivos de quem tem cem quilos de ouro e não estuda o quadro social.

A ciência jurídica são ordens cegas, e a ciência filosófica são ordens também, mas são  ordens à tua sã consciência, e que indicará à tua alma, mais do que a tua parca visão, o que você vai ver se amar a ciência jurídica como ramo da filosofia, e ao cabo de tudo isso, tudo fluirá de  forma que as ordens que recebemos do direito serão respeitadas  como usufruto de seu verdadeiro valor, e  com o que você não pode, não deverá, e o que você pode será acertadamente o brio sem dolo, sem (p)erro e sem culpa, e todo dia um prazer de se conquista o sagrado lastro de ouro que são apenas algumas gramas para não se alienar no mundo das drogas, do crime, da luxúria, da prostituição e da perversão  que cabe ao ser humano devasso e perdulário e inconsequente e irresponsável. Autor Reginaldo Afonso Bobato


 

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