domingo, 12 de abril de 2026

Dízima periódica termina em fração.

 

 


Dízima periódica termina em fração.

 

  

Dízima periódica termina em fração.

 

 

Qual igreja de Roma repete os gestos dos apóstolos de Cristo e doa um palmo de chão aos desabrigados?

Então, seja compassivo com os sofredores, mas não seja ingênuo como os índios foram na época que vieram para cá os jesuítas que acabaram por dizimar milhares de índios.

 

Dízimas periódicas dizimam e então a pessoa se obriga a repartir o espaço como aconteceu com o advento dos índios com a vinda para cá das missões jesuítas.


sábado, 11 de abril de 2026

O vinho dos santos, o vinho não é santo, pois vicia.

 

 

 

 


O vinho dos santos, o vinho não é santo, pois vicia.

 

 

 

 

O vinho dos santos, o vinho não é santo, pois vicia.

 

 

 

 

 

O vinho dos santos, o vinho não é santo, pois vicia.

 

 

 

 

 

Minha bondosa e estimada mãe está sob o jugo de uma cadeira de rodas a quatro anos, e desde esta época eu me pus a cuidar dela como resultados de sua evidente limitação e dependência, quer seja, uma simples escova e pasta de dente que fique a um metro de sua distância precisa de ajuda para alcançá-los.

De dia ela tem os cuidados da senhora Maria, ela trabalha de segunda a sábado até as dezessete honras, e partir das dezessete a mãe fica sob minha guarda.

Eu não abdiquei de minha vida para cuidar minha mãe, muito pelo contrário, estou vivendo e vivenciando os dogmas do antigo e do novo testamento bíblico, jesus mesmo disse: “Eu vim ao mundo para servir”

São inúmeras tarefas que eu tenho e que me transbordam de honra, acima de tudo de amor, e no meu passado longínquo, antes de eu me envolver com qualquer mulher, eu teria que ter lido a alma e o espírito de sua inexorável retidão e honestidade.

Todas as noites eu lhe sirvo o jantar que normalmente é sobra do almoço que a senhora Maria faz, ou simplesmente frito polenta (feita pela senhora Maria) e ovos que a mãe adora, e em seguida lavo as louças, frito sem gordura a banana que a mãe gosta, pingo lhe o colírio, alcanço-lhe os remédios que são inerentes à sua idade, e lavo toda a louça e não deixo nada no dia seguinte para a senhora Marai lavar antes de servir o café.

Nada me desequilibra, não procuro ninfetas para copular, não sou tabagista, não sou alcoólatra e nunca me viciei em drogas ilícitas, nunca as experimentei, não fiz amigos para sairmos juntos, mesmo porque são muito poucos que não discriminam eu que sou louro, tenho olhos azuis e tenho dupla descendência, praticamente não pertenci e não pertenço à etnia alguma.

Esta visão que eu tenho da vida prova que esta vida é efêmera e que precisamos nos doar para sermos merecedores do reino de Deus prometido por Cristo, mesmo que eu quero que todas as pessoas que passaram e passam por mim vão para o reino de Deus, mesmo que não tenham tido a graça do gesto serviu e humilde de servir, devo acreditar que lá assim terão que agir com devoção, eu me lembro que eu fui garçom e eu adorava servir, mesmo com dores na coluna, e assim eu agia e voltava para a casa pleno do espírito santo, sem eu ter ciência disso, na época.

O mundo quis eliminar um pouco minha pureza, pois eu não ingiro bebida alcoólica alguma, e eu fui obrigado a servir até bebida destilada, que é contra os meus princípios. Autor Reginaldo Afonos Bobato

 

  

 

 


quinta-feira, 9 de abril de 2026

Um castelo de brio

 


Um castelo de brio

 

 

 

A análise psicológica diz que é tesão e manda comer, a filosofia diz que é pouca vergonha e manda o homem se resguardar para o matrimônio-heterossexual-monogâmico -institucionalizado, mesmo porque é a castidade que força o ser humano a valorizar a relação amorosa. Autor Reginaldo Afonso Bobato 

O chiqueiro era chique

 

 


O chiqueiro era chique

 

Como eu sei e como eu não saberia?

Jogaram-me em meio aos porcos eu tive que fossar também, daí eu criei no meio da merda o que seria para carneiros e ovelhas. Autor Reginaldo Afonso Bobato

 

terça-feira, 7 de abril de 2026

Eu senti nela

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eu senti nela

 

 

 

São lares, eu surrei e são (os antigos batiam em seus filhos, eles se utilizavam da violência para tentar corrigir erros sexuais, pois se tratavam de lares

A ressureição que o cristianismo acredita é a sua inconformidade com a morte, sobretudo de Cristo, cujo corpo se não foi incinerando, foi jogado ao mar para se evitar e impedir o fanatismo religioso, e como assombração devem ter arrumado um sósia de Cristo. Autor Reginaldo Afonso Boba\to 


                                                                                      

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Ressurreição (são os mares, eu surrei e são metáforas de ressurreição)

 

 

Ressurreição (são os mares, eu surrei e são metáforas de ressurreição)

 

 


 

Ressurreição (são os mares, eu surrei e são metáfora de ressurreição)

 

 

Eu pensei sem pensar, eu pensara e sara com uma caneta (pode e é uma neta), não é porque Jesus morreu (o amor é um réu) cruelmente martirizado e torturado que eu tenho que acreditar num monte de mentiras da igreja romana, mesmo porque sua paranormalidade não existe, eu sei que ele se dizia o filho de Deus, e se ele não era filho legítimo de Deus, foi adotado por Deus como seu filho.

A fé é olhar para um centro cirúrgico e ver as inúmeras probabilidades de tratamento que podem prolongar a vida, e quando morremos iremos, se não apodrecermos, seremos queimados ou balsamados. Autor Reginaldo Afonso Bobato


domingo, 5 de abril de 2026

Marcas do passado são visionárias

 

 




Marcas do passado são visionárias

 

Vivi para perceber o imperceptível.

Para notar o tempo que não passa.

Para fazer poemas de dilemas

Para aceitar o socorro do desprovido.

Misericórdia do injusto.

Clemência no opróbrio.

Justificativa na castidade.

Temor no sangue, de sangue.

Sentir o apelo pela paz sem conluios.

A brisa privada

A luta pelo voto.

A palavra oculta

O milagre da boa direção.

O que somos hoje ficaremos no passado, mas somos impulsos ao futuro, até distante.

O instante de erro, distante da sabedoria. Autor Reinaldo Afonso Bobato