segunda-feira, 5 de junho de 2017

Quase calado

Quase calado


Faço poesias irrequietas quase caladas prontas para serem recitadas com ansiedade, há mundos em mim que não são comensuráveis pelo poder econômico, mas pelo caráter de evocação à retidão, buscá-las é o limiar da cura         que eu julgaria não ser preciso, não só em você, em mim, do meu mais profundo ser, há quero ser e ter uma dose significativa da realidade que é ler o que não está escrito e vivenciar cada verso com infinita imaginação...

São quimeras de sonhos idealizados com o rigor da filosofia, e as letras que se deixam ler e reler configura a essência de meticulosa sapiência não notada pela mais renomada corte, há soberba que impede esta visão. Autor Reginaldo Afonso Bobato