sábado, 6 de janeiro de 2018

Dos meus vinte e nove anos em diante

Dos meus vinte e nove anos em diante.


Tempo que me consente pensar sobre mim mesmo, qual valor tem o trabalho que não é remunerado?
Passo uma vista do que já escrevi...
Longos anos eu fiquei praticamente confinado em meu computador, para isso, eu me deliciei, mas foi trabalhoso e pouco valorizado, e o que pensar sem que antes o pensamento filosófico não seja criteriosamente desenvolvido?
Temas aleatórios e uma gama enorme de acontecimentos que não se limitam, eu saí por aí, vivencieis o campo aberto, me lancei às suas descobertas, não foi fácil como muitos pensam, e os Registros podem ser um resultado, minha alma viu mais de cem, mais de mil resultados, confiei então em minhas observações e não as negligenciei, porque notei o silencio de quem precisava de oratória para fazer jus a seu cargo, e me deslumbrei com a beleza que não seria minha, me iludi, chorei, chorei e chorei...
Nada ou tudo parecia igual, ternas buscas a um passado sem fim eu teria que ter realizado para eu não me esquecer de minha limitações e para que num  instante eu pensasse  que isso era coisa deles, somente deles que em conluio de sublevação relataram mentiras que se parecem com verdades, e o martírio era ser cúmplice destas mentiras enfadonhas para que eles tivessem álibis para o que fora apregoado, rezou o silencio e deixe estar,  e assim os anos mediriam as conseqüências, parei como se eu quisesse continuar no erro ratificado e cumprido a seu termo, refleti então, não eram erros meus, mas sim de séculos, para fins de segregação, enquanto isso, a história me passava ao leu, quase a mesma, mesmo, e mesmo assim parei com a mesmice, me fiz refém de meus ideais mesmo que eu não os realize, parece simples, mas é, e não é propriamente dito, não é de fato. Autor Reginaldo Afonso Bobato



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