segunda-feira, 1 de maio de 2017

Brio!

Brio!

Começa se uma história com seu ano em sua memória...
Não existia nada que eu pudesse chamar de meu, e este mundo se estendeu, e ao meu redor e ao longo dos anos os burburinhos se repetiriam como ênfase de condições expostas e alheias.
Solidão ou não, somos uma oração ou parte dela e muitas lembranças vagas, sim, uma vaga no subconsciente de quem a procura, vastos entendimentos para me condicionar ao labor simples e assim  me esquecer da vida ávida e vivida ao ser termo, supostamente.
O tempo teria que passar de um jeito ou de outro, e com ele um repentino amadurecimento me fez me esquecer do que nunca quis me lembrar, pois eram motins sutis  reviravoltas de ações, sentimentos e cognominações, uma história pueril cheia de astúcia e de complexos de culpa instaurados.
Quisera eu falar sem censurar, mas existem julgamentos ilícitos até com causa justa, elos e conjurações declaradas e em silencio em várias ocasiões que eu me faria uma matriz do brio. Autor Reginaldo Afonso Bobato


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