quarta-feira, 19 de abril de 2017

Poema gramatical

Poema gramatical


Alma minha, minha alma, sou como se não fosse o que seria com uma só vírgula que modifica a sentença da frase, e um ponto final me obriga a criar um novo parágrafo, porque simplesmente ainda não terminei de raciocinar.
Começo uma nova frase...
 O verbo pede ação, e se é de ligação eu me concentro na oração principal, letras são o fenômeno de se expressar e a clareza do pensamento exige gramática, mesmo que não seja erudita.

Atitudes, gestos e coligações, regência como me dirige às entrelinhas, era uma vez fundamental, sobre um conto entre pronomes oblíquos e adjetivos proeminentes, majestoso idioma português é musical, possamos nós escrever com o domínio da sintaxe, é um tanto até sagrada escrita, meticulosa, estrutural, compreende que os vocábulos concordam em número, gênero e grau que constitucional a essência desta língua matricial Autor Reginaldo Afonso Bobato