domingo, 16 de abril de 2017

Peleja

Peleja


A vida às vezes não nota o que vem da alma, no âmago ficam escondidas palavras que somente se afloram tempo depois, muito tempo depois e às vezes tarde demais.

Palavras nos dizem que um pai lavra, e sua exultação um apelo para que as procuremos, sei lá onde, nem como, talvez num dedo de prosa que nos diz mansamente que a vida não é um mar de rosas, o que ela é senão um conto, um canto, um sim para sempre em movimentos que dispensam qualquer comentário, é a dureza da lida com as mãos que repetem o quadro perfeito para se escrever, com efeito, dádivas de união e de confraternização, contudo que conte o tempo, que passe as horas, todos somos como fomos quase iguais. Autor Reginaldo Afonso Bobato