terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Alma pura

Alma pura


Contempla alma pura o clamor do amor e as poesias que te fizeram assim
Divinizam alma pura os discretos olhares sobre o corpo proibido, o arrepio  e os pelos eriçados da moça casta envolvem em mistérios sua história ilibada, uma exigência de espera envolve toda sua vida e devolve ao leito pueril seus desejos que não são profanos, diga tudo, não diga nada, suspire, aspire, inspire fundo, teus olhares tímidos têm a proteção da erudição, seu semblante a condição humana de um misto de fortaleza e de fragilidade,  meiguice, jovialidade em concepção, e ao ter nas mãos a doutrina dos antigos, persevera na exigência institucional de valor incomensurável, e os seus laços a fé dos imortais Autor Reginaldo Afonso Bobato