domingo, 12 de fevereiro de 2017

A alma da moral

A alma da  moral


Poesias que em versos reprimidos expressam a o mais profundo sentimento, fuja de si mesmo e se encontre com quem sente em seus parágrafos que realmente estava perdido com seu próprio eu até de meu Deus, oh Deus dos céus, Deus da terra, Deus do teu âmago, que seja o desígnio proscrito entre dogmas e a ignorância, o que saber sem ensinamentos?
Mil ciências e o ceticismo delas, a obrigação de saber pelo menos um pouco acerca e a preparação  para se ter fé no que se espera e m meio a um mundo perverso que deixa estar, corre a revelia em segredo o destino às masmorras e ao martírio, todos sabiam, todos pensavam, não lhe conte, não lhe diga, o que se esperar de uma mente pronta ao aprendizado?

Nada consciencioso, do plural para ser singular,  e de um recôndito e isolada singularidade para ser pleural, ninguém foi, somente você num ambiente que te perverteu, e quando se proferir a verdade, terás mentidos para dar ciência da mentira, simplesmente com medo do constrangimento, enquanto isso,  sórdidas mentes ,larápios anônimos, especuladores da inocência invadem a alma de castas e puras, meigas e delicadas, espere por vir, o silêncio vigia, a verdade aparece e os antros são repelidos com o rigor da moral, da ética e dos bons costumes. Autor Reginaldo Afonso Bobato