domingo, 15 de janeiro de 2017

Uma carta íntima às nações unidas.

Uma carta íntima às nações unidas


Oportunamente descrevo a sensação de estar bem perto, perto mesmoe,( lmesmo estando aqui, longe, longe mesmo,  a milhares de distância), pela notoriedade e também pelo poder, desde o intento de se arrumar uma calçada para idosos não tropeçarem, a vontade de fazer você, mesmo me odiando, de viver com qualidade de vida e mais, bem mais...
Sentir a dor do outro, valorizar o trabalhador que é do outro, não ter tanta inveja, entrar em contradição e desmistificar as classes ricas e abastadas que acumulam fortunas e pagam mal a seus subservientes funcionários, e no seu inconsciente  existe o aviso, mil quer seu lugar, e mesmo diante desta  discrepância lhes oferecer todo aparato policial para sua segurança e proteção, médico, odontológico, psicológico, social, e o que mais, pois ele trabalha pela paz, por favor, onde estamos,  pedimos e adoramos o ouro, queremos o dobro, e há quem viva bem com um terço,  relutamos em viver fadados com contradições, mas é assim que se conquista, criticando aos ricos e soberbos e na hora de seu funeral  rezar pela sua alma, com razão, dá empregos a muitos cidadãos, apresenta-se então muitas verdades, até dúbias, certeza, verdades inescrupulosas, e um são cem, mais de mil, centelha da divisão que deveria existir, quem quer realmente ser líder o seria de si próprio primeiramente, e assim conquista-se mais clientes, sendo justo, verossímil e consciencioso, compra-se seu pensamento também, não somente produto final acabado, note um restaurante, se o chão estiver sem limpeza, pode ser que algumas pessoas não verão, mas se uma pessoa somente ver, a casa fecha, v ai a bancarrota, vai à falência, e como um todo, não somente como  uma empresa, mas como uma nação, o que você vem fazendo com protecionismo,  invasões, mutilações, falta de política para países pobres, querendo simplesmente impor tua utopia, é fácil viver entre méis a bajuladores e puxa sacos, com teu capital que tudo pode, compra até Deus e todos os santos porque eles dizem amém ao pecado da gula, da ganância, da prepotência e da iniquidade.Autor Reginaldo Afonso Bobato