domingo, 11 de dezembro de 2016

Solícito de vontade

Solícito de vontade



                Mesmo assim e diante do que, para que e por que, muito ou pouco, nada a dizer com tudo a dizer, contudo, vi entre o limiar do saber e a ignorância o que não seria ignorado e que me ignoraria, e sem ser não será, será que será é a terceira dimensão do aviso que faltou, mas que não faltará, clausulas complexas incompletas, vertigens de uma razão sem sentido, com roda razão que te dariam até para não ter razão, olho e sinto, pressinto, vejo, vejo mesmo, vejo agora de há muito tempo atrás, profundamente, tapo meus olhos para não ver, cansado de enxergar um pouco a fazer mencionaria a vontade de se ter boa vontade, um ímpeto de força que existe literalmente na honra e no brio, pela notória consciência que devo ter até por mim mesmo, no outro e em tantos outros que fazem meu silêncio não existir. Autor Reginaldo Afonso Bobato