quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Psicofilosofia já

Psicofilosofia já

Pensar por si mesmo, com a ciência, e sem pensamentos doentes, sem influência de filósofos consagrados é admiravelmente espantoso, haja vista a quantidade de escritos que existe,  a impressão que se tem é que tudo já foi pensado, programado, planejado para se viver a sabedoria, e a própria sabedoria é um enigma até para o sábio que a busca, como ciência.
Olhe ao largo, veja dor dos que sofrem, por falta de filosofia, e a final de contas o que é  filosofia?
Filosofia é o estudo da sabedoria, e deveria ser também o estudo da ignorância para que não sejamos vítimas de nossa própria ignorância, posto que ignorância é não saber.
Há níveis de sabedoria, como há níveis de ignorância, somos em parte sábios, em parte ignorantes, dependendo dos contextos e a expansão destes contextos.
O homem mais estúpido de todos, se não se envolver com a luxúria e a prostituição, sofrerá menos, mesmo que execute trabalhos penosos, este é um ditado e uma ordem filosófica, segui-las é premente, ter consciência disso é fundamento.
Olhe os adjetivos pejorativos se caso ele se perverter, mau caráter, libidinoso, perverso, irresponsável, libertino, e a pior ignorância é pensar que sabe ser agraciado, devido a atos libidinosos, de másculo e garanhão, será consequentemente martirizado psicologicamente, cedo ou tarde, senão não terá álibi para corrigir seus próprios filhos e netos, quanto mais corrigir um estranho, um detento e agir politicamente sem ferir seu próprio passado devido a traumas psicossomáticos oriundos de exposição sarcástica. Autor Reginaldo Afonso Bobato