quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Faz, paz e fazes?

Faz paz e Fazes?


Criança menino  deve crescer com criança menino, porque se crescer com uma menina, ela influenciará que a sexologia de menino é bom, é ótima, prazerosa, quente, apaixonante, deliciosa, envolvente, e o menino que conviver com este pensamento vai querer experimentar o homossexualismo,  numa suscetibilidade razoável, mesmo que ele deva ter ciência que é isso que ele deve ofertar a sua parceira futuramente sem se transformar num pervertido ou homossexual,   e não tardará para que isso ocorra, e é claro que sexologia é aprendizado,  e nós não podemos simplesmente fingir que ela  exi9ste, existe sim e começa na tenra infância, na tenra idade, e deve ter direção e explicação real dentro de uma instituição de ensino, pois entre meios podem correr informações distorcidas, e não podemos fechar os olhos para tudo isso, mesmo que se aprenda a fazer sexo desde cedo, deve ser razão para  que haja privação, pois não consegue se defender  de vinganças sutis e perceptíveis gerados pela psicossomática psicológica, num meio de intrigas, traição, ódio, desavença e cobiça que todo ser humano está sujeito, nem tem argumentos para defender seu próprio sexo e será futuramente estuprados (as) e molestados (os) e as sequelas irreversíveis que originam traumas psicossomáticos oriundos de exposição sarcástica e gerar assim adultos com síndrome de falta de atenção, falta de libido, falta de motivação do grupo, será então discriminado, mesmo que aleguem com ciência que são somente preconceitos, e viverá às margens da sociedade com muitas frustrações e consequentemente infeliz, senão um homicida em série, criminoso, homófobo (homófobo é aquele que tem fobias e não significa que é somente por homossexuais) mesmo é importante frisar da importância de se ter autoassessoria e não falar assim ao léu com todo mundo espalhafatosamente, como se dialogar profundamente fosse fácil e lisonjeiro, e é aií que reza o perigo, e conversação se não curar podem agravar o ferimento psicológico. Autor Reginaldo Afonso bobato