sábado, 26 de novembro de 2016

O Rei dos astros

O Rei dos astros.


Se eu fosse falar sobre as estrelas, posso imaginar que as poesias nasceram antes, mas se eu fosse falar sobre o sol, ele iluminou as poesias, pois antes da vida ser gerada aqui na terra, uma explosão gigantesca fez surgir a estrela de quinta grandeza, mas de primeira em utilidades. Um anjo com uma longa vara ateou fogo em sua ponta que fez acender e surgir o sol numa imensa bola de fogo.
Veio então uma sensação inigualável ao sentir o gelo nos pólos a expandir o frio com nevascas e geadas, pelo mesmo instante que brandamente conseguimos tocar o sol, a beijar nossas peles, acariciar as plantas, a se encontrar com as águas, e mesmo assim elas têm o frescor exato para o deleite de todas as espécies vivas, e o que mais me admira, que tudo fora criado e inventado calculadamente, com determinada precisão.
E na calada da noite, a madrugada sabe exatamente quem espera, mesmo entre nuvens espessas, dias vindouros, claros e irradiantes,, nasce então o sol, e seus raios penetram incansavelmente, indiretamente, pela proteção que nos dão as pálpebras, nos nossos olhos, num calculo que se parece com a perfeição.
Toda vida terrestre, parece então renascer e quem se levanta cedo pode sentir o alvorecer.Autor Reginaldo Afonso Bobato