sábado, 1 de outubro de 2016

Alma escaldante



Alma escaldante


Calor de minha alma, agouro que acalma e me faz ser como a descrição de poemas consagrados, enalteço a vida num detalhe rimado, vida idealizada entre sonhos férteis.
Como se fosse perder tudo, me projeto a verdades tão simples que se transformam em quimeras prometidas num único ato.
Era por ser, destinação, conclusão, epígrafe de notórias buscas num único ser, quero ser parte da existência que não é efêmera, do movimento que não é balbúrdia, acalmar, me encontrar longe de estar longe e mais perto do que me faria terno.Autor Reginaldo Afonso Bobato