quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Causas! Quais são as tuas?

Causa! Quais são as tuas?
Era pra ser e como será, serei parte deste aviso meticuloso.
Cochicham nos teus ouvidos, vida temerária, emblemática, vida esta que me fascina, as entrelinhas algo a mais a ser notado do que julgar o silêncio de homem que era uma criança sem que nada lhe pertencesse, nem mesmo a história, e sua própria história.
Mas seriam pergaminhos esquecidos num canto qualquer e notados pela mais renomada ciência, pela corte real mais admirada , sim, uma cúmplice simplicidade em meio a complexas teorias, logre a paz em razão dele, dei a face, cumpri com rigor o que estava escrito que muito tempo depois viria a saber, entre atos que culminariam em resolutas buscas a um passado sem fim, nem começo.
Era para ver, olhar. muito mais para sentir, notamos a essência de buscas que eram manifestas, não para classes abastadas e ricas, deixe estar um pelo outro, um outro não estava só, e o só em via de fato e propriamente dito adere a mentiras que se parecem com verdades cruciais, saia do meio para viver num meio, não era luta de classes, eram classes sem luta, com a classe que me pertencia porque não me pertencia com exata verdade.
Longa jornada não descreveria um vazio existêncial pelo alimento da verdade, e de verdade em verdade, a mentira era o desfecho de causa.
Brio, honradez, honra, e a morte a espreita mesmo superficialmente eu viria a saber, o que mais me apavorou foi o constrangimento, mas um único ato uma sublime valorização, onde eu estava sem estar, viver sem viver, sobram perguntas sem respostas, descobri r o mundo ao olha-lo, o que está escrito a tempo, e que volte a pensar, antes de ver, merece busca, ter o direito de viver com coragem real em vidas marcadas pela razão e pelos ideais, que outrora precisam de explanação para concepção, caso contrário, somos objetos dos desejos e paixões, e a posterior tudo a temer quando nada temíamos. Autor Reginaldo Afonso Bobato