terça-feira, 24 de maio de 2016

Preso a correntes filosóficas, livre da ignorância latente




Preso a correntes filosóficas, livre da ignorância latente.


Faço uma poesia, vou saindo por aí procurando pelas calçadas negras Curitibanas a rima perfeita, e se o verbo é ação, firmo os paços, posso,  eu passo ao largo, sigo avante, Souto ao rima, me prendo aos versículos, me liberto por eles, com eles e em prol deles, e vou indo, não me engano, a corente filosófica que está em minhas pernas eu mesmo as pus em mim, as vezes não é fácil percebê-la em si mesmo, segure-se a corrente do outro para não cair no abismo da ignorância, muitos falam e escrevem ao falar e ao escrever, não há profundeza, e você não somente acabará repetindo o que fora dito, mas também feito e refeito, seria tarde demais, você simplesmente pensou ser igual e ter direitos iguais e não foi distinto. Autor Reginaldo Afonso Bobato