segunda-feira, 2 de maio de 2016

O divagar profilático



O divagar profilático




È difícil associar os tempos antigos aos tempos de agora, mas é fácil de perceber que os erros dos antigos estão mais evidentes nos tempos de agora, defesa fútil, envolvimentos fugazes com a aprovação do que seria reprovado pra você, entre um milhão, você estaria nas ruas da indigência, mesmo tendo muito dinheiro.
Os argumentos convincentes extrapolam os limites do bom senso, e o fácil é especulado entre gorjeios que indicam quais fatores põem um homem a viver sem descobrir nem a si mesmo pela filosofia.
          Os parâmetros são estratosféricos, e sempre o peso começa a recair sobre sua sexulidade, para abrir brecha ao futuro descaso pessoal, mesmo sendo normal é privativo de intimidade que não pode ser vazada nem devassada, por ninguém em absoluto, e seu aprendizado restrito a instituições educacionais, não somente com vista a ter libido, mas bloqueá-lo nos momentos justos, como sinal de respeito, são muitos os casos envolvidos.
          Um meio bem simples cumpriria um ritual de sobrevivência atrelado a informações úteis, e os objetivos desta causa é firmar o homem no seio social com ideais conjugados, entre eles a vida, a liberdade e o matrimônio, que todo capital do mundo não compraria.
          O objeto de preceitos não é somente fazer e cumprir a lei, mas entendê-la e praticá-la.
          Seria natural se não houvesse, vingança imperceptível e sutil, a simulação de emoções,  o  ódio e rancor, inveja, prepotência, ganância, e o tempo bem diga quando descobrimos estes sentimentos vis em nós mesmos e no meio e quais defesas devemos ter para coibir atos delituosos.
          A simplicidade seria complexa pela instauração da verdade contextual, e a complexidade seria simples se seguíssemos avidamente princípios filosóficos de essência, e então a guarda do nome se chama honra, do caráter, brio, fidelidade, hombridade, honestidade, sem que sejamos nem astutos nem ingênuos.e não caiamos em comparação com pessoas perdulárias e devassas, que não lhes acontece mau nenhum aparentemente com glamour de festas furtivas, luxúria e prostituição, sendo assim somos distintos, mesmo que se você cometer um único deslize e profiram a misericórdia e que você peça clemência o perdão é dar algo, senão ficar isolado no seio de tua própria família com prejulgamentos nefastos e inpiedosos. autor Reginaldo Afonso Bobato