sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Abismo cutural



Abismo cultural


Saber o que uma pessoa pensa é difícil, ela pode estar mentindo até para si mesma, e a proposição linguística a colocaria em situações que comprovariam que ela está dizendo a verdade, a cabo disso é melhor então se resguardar para não cair no óbvio da contradição, do paradoxo e do antagonismo, fale-se em amor, mas para defendê-lo de sobremodo que prenda ou mate seus inimigos, fale-se em pudor, apresentam-se mulheres desnudas como se fossem inofensivas a usurparem do seio da família os desejos do homem íntegro e correto, fala-se em heterossexualismo, mas ocultam ensinamentos de educação sexual que nos dirigem as volúpias da mulher prometida para matrimônio, amada e querida, e que não se limita a prática do sexo em si, mas como se evitar coitos, molestamentos, estupros, assédios desvairados, desrespeito mútuo, intrigas, ódio, aversão, negligência e como se fazer amor com respeito mútuo, mas são apresentados  mil enfoques para bloquear a alibido e mil para pervertê-lo, remonta um quadro complexo de induções de inimigos íntimos do sincretismo apóstata e religioso, ninguém é inofensivo, só um cochicho nos teus ouvidos você cometera estupros, abominações, atos lascivos e libidinosos para realçar e por em realce teu opositor que diria com veemência, dele só se esperava isso, e as  informações  vazam pelas costas silenciosamente a expurgarem do seio da sociedade o homem ingênuo por pensar ser astuto, há quem defenda estes atos, mas não compreende os fatos reais, um instante de certeza é a certeza da dúvida, do crime passional, a luxúria se confunde com a paixão, e o perdão é dar algo, pois fatalmente o homem mais rico de todos cairia na rua da mendicância e da indigência, simplesmente porque não quis ser distinto, olhe a faze do pecado e do recado, sinta o valor de ensinamentos ocultos, fazes e contrastes, o meio de expurga e te dilacera, te calunia e te difama, e um instante de reflexão de pouparia da ignomínia e da vergonha, do vexame e do escândalo, do opróbrio e da humilhação, somente um deslize a lei que é cega não verá teu longo trabalho e esforços para sobrevivência, estudos e dedicação, tua penúria, teus verdadeiros ideais que se corromperam pela mentira que se parece com a verdade e que era somente um antro de traição, inveja, prepotência, ganância e cobiça, não espere  indulto até de tua própria  etnia. autor Reginaldo Afonso Bobato